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Bancários de todo o país realizam
assembleias amanhã (13) para avaliar as propostas dos bancos
privados e oficiais que oferecem reajuste médio de 7,5%,
mais correções diferenciadas de benefícios. Diante do ganho
real de 3,08% proposto pelos bancos, a orientação da
Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf)
e do Comando Nacional dos Bancários é pela suspensão da
greve e volta ao trabalho na quinta-feira (14).
A informação é do presidente da Contraf, Carlos Cordeiro,
divulgada hoje (12) pela internet. Ele diz que, além do
aumento real de salário para quem ganha até R$ 5.250, o que
atinge 85% dos bancários, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban)
garante valorização dos pisos em até 16,33%, maior
participação nos lucros e resultados (PLR), combate ao
assédio moral e avanços na parte de segurança.
O Banco do Brasil (BB) e a Caixa Econômica Federal garantem
reajuste de 7,5% para todos os salários, sem a limitação
proposta pela Fenaban, e elevação de 12,99% no piso
salarial, que passa para R$ 1,6 mil. O BB promete ainda
implantar uma classificação de mérito no plano de carreiras,
cargos e salários, com efeito retroativo a 2006.
A Caixa também se compromete a elevar o piso para R$ 1.637
depois de 90 dias e oferece acréscimo linear de R$ 39 em
todas as referências do Plano de Cargos e Salários. Além da
proposta de PLR acordada na mesa unificada, a direção da
Caixa promete 4% do lucro líquido da instituição, com
distribuição linear para todos os funcionários. |
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