Itaúna, 28 de maio de 2006
 

     

     
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 
 

 

 
 
 
 

Presidente da Câmara Orlando Rodrigues

Câmara gasta mais de R$2 milhões em salários

Foi aprovado a contratação de mais 6 funcionários para Câmara Municipal de Itaúna.
Agora já são 61 funcionários, mais os 10 vereadores, totalizando 71 pessoas recebendo salários da câmara. O total gasto, são com os salários da edilidade é de R$ 149,528,84 por mês. O gasto com vencimentos e obrigações patronais previsto até 31 de dezembro deste ano é de R$ 2.005.166,96

Somam-se os 10 vereadores, 18 assessores de gabinete, 9servidores comissionados, 1 contratado, 8 estagiários, 17 efetivos e 2 inativos, mais 3 rondantes, 1 técnico legislativo, 1assessor contábil e 1 assessor de gabinete. Esses novos empregosconsumirão mas 6 mil mensais.

Os vereadores tem salários de R$ 4.032,75. O presidente da câmara R$4.704,87. Cada assessor de gabinete – somente a vereadora Dagmar não tem assessores a sua disposição – recebe R$ 816,79. Dentre os servidores comissionados o funcionário do SAAE, Nilzon Borges é o que tem o maior salário R$ 4.290,16. É seguido pelo procurador , Gotardo Portilho, com R$3.603,73 e de Fábio Joaquim Gonçalves, com R$ 3.432,13.

Os estagiários recebem os mesmos valores dos assessores de gabinete:R$ 816,79. Dentre os efetivos três servidores ganham mais de R$ 3 mil. Dos inativos um recebe R$4 mil. Dos novos contratados, o salário do assessor contábil é de R$ 2.423,03 e do técnico legislativo, R$ 1.650,88.

Informação repercute no meio político

Com a divulgação dos salários e do número de servidores na câmara, muita gente criticou a administração do legislativo. O número de servidores é considerado excessivo, chegando a média de 6 pessoas para cada vereador. “Sae voltarem os 17, então vamos ter na câmara o segundo maior empregador do município” ironizou um político.

Os salários de algumas pessoas também são bastantes questionados, estando segundo , segundo comentários muito acima do que é pago no mercado. “Um salário de R$3 a R$4 mil, hoje é para quem tem muita experiência e capacidade, o que não é o caso de algumas pessoas que estão recebendo isso na câmara” comentou outro político. As críticas são para o fato de a mesa da câmara apagar esses valores todos: “ deve ser porque o dinheiro não é deles “ arrematou outra pessoa ouvida pela reportagem. Fonte Folha do Povo