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História de Vida com José Soares Ferreira

José Soares Ferreira

 

o Wolney Filho.

 

 

 

Olá caro leitor, o História de Vida desta semana traz uma trajetória de vida de muitas surpresas e bons momentos, o nosso entrevistado nesta edição é o Senhor José Soares Ferreira o conhecido Wolney do Lara.

 

Aos 81 anos de idade o aposentado tem uma história de vida incrível, marcada por muito trabalho, dedicação à família e desafios, ele trocou o cigarro por balas, casou-se com Maria Eunice Ferreira Soares com quem teve cinco filhos Lindomar, Luciene, Wolney, Lucilia e Alexandre.

 

Atualmente tem cinco netos sendo eles Arthur, Bianca, Sofia, Stefany e Lívia. Sr. Wolney trabalhou mais de vinte anos no comercio de Itaúna, é uma pessoa extremamente religiosa e que hoje aproveita sua aposentadoria se divertindo na Praça da Matriz com os amigos, como o Senhor José da Iara, Senhor Agustinho e outros amigos aposentados além disto ele adora todo dia ir a lanchonete Itaúna tomar um café gos , comprar balas e distribuir aos amigos.

 

Rádio Santana: Como foi a constituição de sua família em nossa cidade?

 

Wolney: A minha família começou em Itaúna na Fazenda de Três Barras, a mãe de meu pai, vovó Zoria Nogueira Soares, adoeceu e trouxeram ela para Itaúna, em um curto espaço de tempo ela morreu. Isso foi em 1918 o restante da minha educação foi ao lado de minha avó, pois a minha mãe morreu antes na cidade de Bonfim. O meu avô era oficial de justiça em Itaúna José Ferreira Junior. Meu pai ficou viúvo e se casou novamente, em tenho um irmão do segundo casamento que é o Walter Soares Machado.

 

Rádio Santana: Como foi o seu casamento ao lado de sua esposa o nascimento e a criação dos filhos?

 

Wolney: Eu comecei a namorar a minha esposa quando o meu sogro veio de Ponte Nova para Itaúna a chamado do prefeito Dr.Coutinho, o meu casamento correu tudo bem graças a Deus, o nascimento dos meus filhos foi um grande momento e tivemos ótima convivência.

A família sempre foi muito unida, eu conheci a minha esposa que trabalhava na fabrica de tecidos e eu trabalhava com o meu pai.E nós namoramos casamos e somos muito felizes até hoje.

 

Rádio Santana: Quais foram os momentos mais marcantes na vida do senhor?

Wolney: Meu pai tinha uma casa na Rua Agripino Lima, ele foi obrigado a vendê-la, pois minha mãe estava muito mal de saúde e o meu pai não tinha dinheiro suficiente naquela época para sustentar a minha mãe, pois naquele tempo não havia ordenado, na época era os réis, o meu pai vendeu a casa para o Diógenes Nogueira, que era tio dele que naquela época comprou a casa por três contos de reis.

 

Rádio Santana: Quais foram às dificuldades e desafios enfrentados e superados por essa longa vida a fora?

 

Wolney: A vida é custosa até hoje , para todos, mas de certo tempo para cá já melhorou demais, naquela época o povo não tinha salário mínimo, a situação era boa e ruim, tudo era barato o povo comprava querosene para iluminar as casas com lamparina.

 

 

Rádio Santana: O senhor trabalhou durante mais de vinte anos no comercio de Itaúna, como foi essa fase de serviços no comercio da cidade?

 

Wolney: Durante oito anos eu trabalhei no Bar do Sandoval na época ele não era 24 horas e depois durante 17 anos no Lara. A avaliação que eu faço da minha vida aos 81 anos, é que foi muito boa,  dos meus filhos somente um que não casou-se.

 

Rádio Santana: Como itaunense qual o significado de Itaúna para o senhor?

Wolney: Antigamente Itaúna era uma cidade pacata, e toda a cidade era cascalho puro.

 

Rádio Santana: Qual a contribuição do senhor para a nossa cidade de Itaúna por meio do seu trabalho?

 

Wolney: Eu trabalhei durante muitos anos foi no comercio de Itaúna, eu trabalhei com o Lara e foram longos anos e pude contribuir para o desenvolvimento da cidade como pude. Eu vendia um chuveiro elétrico de lata por 80 centavos e hoje custam 400 reais.

 

Radio Santana: Hoje o senhor esta aposentado e adora vir pra praça para se encontrar com os amigos, qual o gosto de curtir a vida desse jeito?

Wolney: É claro, pois se for pra ficar deitado dentro de casa você vai morrer depressa, não é mesmo e não há nada melhor que vir para a praça e reencontrar os amigos colocar a prosa em dia e aproveitar a manha no encontro especial com os amigos.

 

Rádio Santana: Porque o senhor compra bala todo dia?

Wolney: Eu compro bala todo dia mesmo, eu fumava, fumei durante 51 anos um medico da cidade me disse que eu estava com uma feridinha na boca do estomago, era úlcera e ele me disse com franqueza que se eu  fosse  continuar a fumar, eu não iria viver mais nem um ano, assim eu troquei o cigarro pela bala.Eu chupo bala de hortelã e eucalipto e ofereço para todos.

Produtor e reportagem

MATEUS REIS

Revisor e postagem

LUIGI STEFANO

Texto

MATEUS REIS

Fotos

ARQUIVO RÁDIO SANTANA

MATEUS REIS

Diretor Responsável

HELÊNIO LARA

Realização

SANTANA FM

Jornalismo

 

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