Vacinação contra a raiva começa hoje (30) em Itaúna

Foto: Internet/ Vacinação contra a raiva começa hoje (30) em Itaúna

Jornalismo Santana FM

Começa nesta segunda-feira (30) e segue até o dia 5 de setembro a campanha de vacinação contra a raiva, em Itaúna. A ação é promovida pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), unidade ligada à Secretaria Municipal de Saúde. O serviço estará disponível em diversos pontos da cidade.

A raiva, doença causada por um vírus, é letal ao ser humano. Em seu ciclo urbano, a mordida de cães e gatos é a principal forma de transmissão da doença para o homem. Entre os sintomas da doença nos animais estão agressividade, com tentativas de morder pessoas, animais e objetos; salivação excessiva, com a boca aberta constantemente; dificuldade de engolir; perda de coordenação motora, convulsões e paralisia nas patas traseiras; morte.

A imunização começará pela zona rural, segunda-feira (30), e os agentes percorrerão as residências até a sexta-feira (3) de agosto, das 7h às 18h30, para distribuição das doses. A área urbana terá “Dia D”, no sábado (4), das 8h às 17 horas, em todas as unidades de saúde e nos pontos de apoio instalados nos bairros Aeroporto, Santa Edwiges, São Judas Tadeu e Leonane.

Cães e gatos com idade superior a três meses são o alvo da mobilização. A expectativa do Setor de Zoonoses é de vacinar cerca de 22 mil animais na cidade. Os animais devem ser levados aos locais por adultos, com o cartão, e dentro de caixas de transporte ou na coleira. Não há contraindicações, mas existem ressalvas em relação ao comportamento da fêmea prenhe, que pode dificultar a aplicação. A recomendação, para evitar riscos, que incluem até a perda dos filhotes, é para que os donos aguardem o fim da gestação.

É importante lembrar que as doses são garantidas no período previsto para a campanha, sendo que, os que perderem o prazo, dependerão das sobras depois do “Dia D”. Mais informações pelo telefone 3241.4999 (ramal 226) ou 3242-9606. A vacina protege contra a raiva e evita a transmissão da doença aos seres humanos. A enfermidade pode afetar o sistema nervoso central e evoluir para óbito.