Centro-Oeste: Veja como está a situação nas principais cidades sobre o uso de máscaras

3/06/2022 | Centro-Oeste

Em Arcos e Cláudio, a população foi orientada a retomar o uso da proteção – Foto: Xavier Donat/Creative Commons

 

 

O aumento no número de casos da Covid-19 em Minas Gerais tem feito algumas cidades decretarem a volta do uso constante de máscara. Em Arcos, por exemplo, o equipamento voltou a ser recomendado em espaços públicos fechados e abertos.

 

Aqui em Itaúna, a Prefeitura informou que, até o momento, não pensa em retomar a obrigatoriedade do uso do equipamento. Entretanto, ainda é recomendando que as pessoas façam uso da máscara ao frequentar hospitais e unidades de saúde.

 

A utilização da máscara como opcional foi definida pelas prefeituras em março. Na ocasião, os municípios justificaram o avanço da vacinação e a queda nos casos da doença para tomar a decisão.

 

Mesmo com o aumento do número de casos da doença, o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, disse em coletiva de imprensa no último dia 26, que Minas Gerais não deverá passar pela quarta onda da Covid-19. Entretanto, ele alertou sobre a importância da vacinação contra a doença.

 

“A vacina é a principal arma contra a doença. É necessário que as pessoas se conscientizem sobre a importância de completar o esquema vacinal. Precisamos ampliar ainda mais a cobertura e a administração de doses de reforço, porque a imunização é a forma mais eficaz e segura de se restringir a circulação do vírus e reduzir o número de novos casos, de internações e de óbitos”, disse

 

Veja como está a questão do uso de máscara em outras cidades 

 

Carmo do Cajuru

De acordo com a Prefeitura, no município ainda não há um aumento significativo de casos da Covid-19 para que se retorne o uso de máscaras. Entretanto, o cenário está sendo monitorado.

 

Caso haja necessidade, serão seguidos os protocolos exigidos pelo Ministério da Saúde.

 

Divinópolis

Em nota, a Prefeitura disse que, por enquanto, o uso é mantido como opcional e recomendado em casos como unidades de saúde, hospitais e transporte público.

 

Nova Serrana

Em Nova Serrana, segundo a Prefeitura, por enquanto, a recomendação é manter o uso opcional da máscara. Com exceção dos serviços de saúde.

 

Itapecerica

Em nota, a Prefeitura disse que aguarda o protocolo e orientações da regional de saúde. Entretanto, o Executivo ressaltou que a máscara sempre é recomendada, embora não seja mais uma obrigação, o equipamento é uma proteção e cuidado individual.

Ainda segundo o Município, decretos de obrigatoriedade serão realizados por determinação coletiva da saúde pública.

 

Cláudio

A Secretaria Municipal de Saúde de Cláudio emitiu uma nota técnica estabelecendo o uso obrigatório de máscaras ao comparecer em um Programa Saúde da Família (PSF), na Santa Casa, ou qualquer outro estabelecimento de saúde público ou privado da cidade.

 

A medida leva em consideração o crescimento gradativo de atendimentos às queixas relacionadas aos casos classificados como síndromes gripais e o aumento nos números de casos positivos de Covid-19 no município.

 

Formiga

Em nota, a Prefeitura disse que a Secretaria Municipal de Saúde está analisando a situação, mas ainda não tem nada definido sobre exigir ou não o uso obrigatório do equipamento. Atualmente, o uso está como opcional, com exceção dos ambientes de saúde, postos e hospitais.

 

Arcos

A Prefeitura, por meio de decreto publicado na quinta-feira (2) no Diário Oficial, recomendou o uso de máscara ou cobertura facial sobre nariz e boca em órgãos públicos, escolas, equipamentos de transporte público, estabelecimentos comerciais, industriais, de serviços, principalmente festas e eventos, hospitais, Unidades Básicas de Saúde, clínicas e afins.

 

Cenário epidemiológico em Minas

 

Segundo o secretário Fábio, embora os números de casos novos de Covid-19 tenham apresentado um leve aumento, não houve crescimento das taxas de internações e óbitos.

 

“A Covid-19 possui agora uma característica sazonal. A pandemia está controlada. Porém, nesta época do ano, com a chegada do clima frio, é esperado o aumento de registros de doenças respiratórias em função da sazonalidade. Apesar do aumento de casos, não há um reflexo nos números de óbitos e nas taxas de internação”, explicou.

 

A SES-MG segue avaliando regionalmente os indicadores, tanto de casos novos, quanto de internações.

 

 

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