Dados mostram Itaúna ainda em situação de alto risco para Dengue

14/05/2022 | Itaúna

Itaúna continua com ALTO RISCO para casos de Dengue, Zika e Chikungunya – Foto Divulgação PMI

 

 

Depois de realizado o 2º Levantamento do Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa) deste ano, a Secretaria Municipal de Saúde informa que Itaúna continua com ALTO RISCO para casos de Dengue, Zika e Chikungunya.

 

O resultado apurado na pesquisa, realizada entre 25 e 29 de abril, pontua a cidade com índice de 4,0%, quando o recomendado pelo MS é de até 1%. No comparativo com o mesmo levantamento realizado em janeiro, com resultado de 4,3% na época, a redução, apesar de todo esforço dos agentes de saúde, foi de apenas 0,3%. A conclusão é que a população precisa assimilar melhor a gravidade dos números e contribuir de fato para a redução de focos do Aedes aegypti.

 

De acordo com o Setor de Vigilância Ambiental, foram vistoriados 1839 imóveis e coletados 105 tubitos. Praticamente os mesmos bairros do levantamento anterior estão entre os mais problemáticos no momento: Centro, Santo Antônio, Cerqueira Lima, Morada Nova ll, Itaunense, Vila Mozart, Padre Eustáquio, Vila Vilaça, Belvedere, Parque Jardim, Morro do Engenho, Jadir Marinho, Leonane e Irmãos Auler.

 

Dentre os recipientes com maior incidência de focos estão vasilhas de plástico, garrafas, pneus, lonas, pratinhos de plantas, balde, aquário, latas, bombonas, dentre outros. Com apenas 10 minutos semanais e vistoria minuciosa nos quintais e casas, boa parte destes problemas poderiam ser evitados.

 

Diante do resultado do LIRAa, algumas ações foram novamente intensificadas, tais como mutirões de limpeza (retirada de materiais que possam acumular água), aplicações de Termos de Adequações, desobstrução da parte superior de guaritas e vistorias mais detalhadas nas residências e empresas.

 

O trabalho foi iniciado nos bairros com maior incidência e posteriormente será estendido para as regiões adjacentes. Vale ressaltar que a participação da população é de extrema importância neste combate, sendo necessário eliminar quaisquer recipientes que possam servir de criadouros para o Aedes aegypti.

 

 

 

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