É possível que idosos possam receber 4ª dose, diz secretário

10/02/2022 | Minas Gerais, Saúde

Governo de Minas irá esperar o aval do Ministério da Saúde. Foto reprodução Governo Federal

 

 

 

O secretário estadual de Saúde Fábio Baccheretti planeja que é provável que os idosos recebam a quarta dose das vacinas contra a Covid-19. Diferentemente do Estado de São Paulo e da prefeitura do Rio de Janeiro, que já anunciaram a aplicação, o governo de Minas aguardará a autorização do Ministério da Saúde para anunciar a nova dose de reforço para o grupo.

 

“O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) pautou esse cenário de quarta dose para a reunião da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19 (CTAI) da semana que vem. Há, sim, expectativa de incluirmos a quarta dose especialmente para os idosos acima dos 60 anos. É uma expectativa positiva”, afirmou o secretário, em coletiva de imprensa nesta quinta-feira, 10/02.

 

Nesta semana, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB) anunciou, na quarta-feira 09/012, que considera vacinar os idosos mais uma vez, independentemente do parecer do Ministério da Saúde, porém não deu prazo para que isso comece a ocorrer.

 

O secretário municipal de Saúde do Rio de Janeiro, Daniel Soranz, também afirmou, em entrevista à CNN Brasil, que os cariocas em geral receberão a quarta dose um ano após a primeira dose de reforço. Nesta semana, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, declarou que, na prática, a quarta dose da vacina seria aplicada em 2022, se for adotada.

 

O secretário de Saúde de Minas destaca que, além de prever a quarta dose, é necessário ampliar a cobertura da segunda e da terceira. “Antes da quarta dose, do segundo reforço, nós ainda temos muita gente que não tomou a terceira dose. Nossa maior preocupação, hoje, é garantir o primeiro reforço da população adulta. Só temos cerca de 30% da população que tomou a terceira dose e mais de 50% da população que poderia ter tomado”, enfatizou.

 

Além disso, mais de dois milhões de mineiros não receberam sequer a segunda dose da vacina até agora. 

 

Por O Tempo 

 

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