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Rádio Santana FM

Itaúna, 1 de dezembro de 2020

Foto Divulgação Polícia Militar

 

Um funcionário do Centro de Zoonoses da Prefeitura de Pará de Minas está afastado das atividades desde a última quinta-feira (20) após ter espancado um cachorro até a morte com uma barra de ferro. O animal tinha proprietário e estava no local para fazer um exame de leishmaniose. A informação foi confirmada  nesta terça-feira (25) pela assessoria de comunicação da Administração Municipal, que enviou uma nota à reportagem sobre o ocorrido.

As Polícias Militares (PM) e de Meio Ambiente (PM) registaram a ocorrência. O agressor foi multado em mais de R$ 1 mil. Segundo a Prefeitura, funcionário não pode ser demitido por causa do período eleitoral.

Conforme informações levantadas pela PMMA, funcionários do Centro de Zoonoses contaram que o agressor do sexo masculino, que não teve a idade divulgada, foi mordido pelo animal e em um momento de fúria, agrediu o cão com uma barra de ferro.

O cachorro foi golpeado na cabeça por diversas vezes, não resistiu e morreu. A Polícia contou  que o animal havia sido recolhido para fazer um exame de leishmaniose e caso desse negativo para a doença, o cão seria devolvido ao dono.

Ainda segundo a polícia, o agressor foi autuado e irá sofrer as penalidades cabíveis no crime de maus-tratos a animais. Foi feito um laudo pelo veterinário do Centro de Zoonoses constatando os maus-tratos, e esse documento foi anexado à ocorrência, segundo a PM.

A PM informou que ainda não havia registro de queixa por parte do dono do animal.

 

Posicionamento da Prefeitura

“A Prefeitura de Pará de Minas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, esclarece que ao tomar ciência sobre o ocorrido, a equipe de Vigilância Ambiental afastou o funcionário e instaurou processo administrativo.

Em razão do ano ser de eleições municipais, não é possível demiti-lo imediatamente por questões da própria Justiça Eleitoral. Enquanto isso, boletins de ocorrências nas Polícias Militar e Ambiental foram lavrados e ele, em breve, deve responder pelo crime”.

Por G1