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Rádio Santana FM

Itaúna, 28 de novembro de 2020

igreja bonfim iepha

 

 

 

O Iepha, órgão responsável pelos bens históricos de Minas, retificou a informação divulgada por um órgão de imprensa local, que afirmou que a Igrejinha do Bonfim teria sido excluída da lista dos bens tombados como patrimônio histórico reconhecidos pelo Iepha- não podendo assim receber repasses estaduais. Jerry Adriane, secretário do Condempace, conselho que tem por dever zelar pelos patrimônios históricos e culturais de Itaúna, afirmou que os demais membros também não tinham conhecimento a respeito da não participação do conjunto arquitetônico da Igreja do Bonfim na lista de bens tombados perante o instituto de nível estadual.

Leia a nota oficial:

O Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais, Iepha-MG, reconhece a importância histórica e cultural da Capela do Bonfim, localizada no município de Itaúna e esclarece algumas questões  referentes à matéria publicada no dia 29 de janeiro de 2016 no site www.folhapovoitauna.com, intitulada “Igrejinha do Bonfim fora da lista de bens tombados”. O Iepha-MG recebeu do município de Itaúna para efeito de pontuação no Programa ICMS Patrimônio Cultural, no ano de 1999, o processo de tombamento da Capela, que foi devidamente apreciado pelos analistas do órgão e apresentava documentação incompleta. Informamos ainda que a lista dos bens protegidos em Minas Gerais apresentados ao Programa ICMS Patrimônio Cultural, disponível no site do Iepha-MG, recebe atualização a partir dos processos de tombamento que foram enviados incluindo a parte legal do processo, com documentos tais como notificação, decreto de tombamento, registro no livro do tombo etc. O processo da Capela do Bonfim não contemplou a documentação exigida. Portanto, a informação divulgada no site Folha de Itaúna que “a Capela do Bonfim foi retirada da lista de bens tombados do Iepha” não procede. O Instituto ressalta que o bem cultural pode estar protegido por tombamento pelo município, e que a Capela apresenta mérito cultural para a proteção, apenas não consta na listagem do Programa ICMS Patrimônio Cultural.