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Rádio Santana FM

Itaúna, 20 de abril de 2021

O suspeito, um diretor, professor e líder comunitário, foi preso preventivamente – Foto Rádio Santana

 

 

A Polícia Civil de  Itaúna, concluiu inquéritos policiais a respeito dos crimes de estupro de vulnerável, tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção de menores.

 

O suspeito, um diretor escolar de 33 anos, que também é professor e líder comunitário, foi preso preventivamente em março deste ano.

 

O investigado foi indiciado no âmbito de cinco investigações de estupro de vulnerável, além dos crimes de corrupção de menores, lesão corporal, tráfico de drogas e associação para o tráfico.

 

“Se somadas as penas, e o suspeito condenado, essas poderão superar os 80 anos de reclusão”, explica o delegado.

 

O delegado responsável, Leonardo Pio, ressalta que a conclusão dos procedimentos investigatórios e a respectiva prisão do investigado é resultado de um trabalho de excelência desenvolvido pela equipe de policiais civis em Itaúna.

 

 

“Trata-se de uma resposta aos criminosos dessas espécies delitivas tão repugnantes que a PCMG está atenta e atuará sempre com rigor. Para as vítimas e os seus familiares, é a certeza de que, tão logo denunciados, os fatos serão apurados com eficiência e celeridade”, afirma Pio.

 

Até o momento, foram identificadas duas vítimas, de 14 e 15 anos. Os abusos contra a de 15 anos teriam começado quando ela tinha 14. Também foi levantado que o suspeito, de 33 anos, já possui registros policiais pelo crime de estupro de vulnerável.

 

Segundo a Polícia Civil, a pena do Estupro de Vulnerável por cada crime é de de 08 a 15 anos e de 05 a 15 anos por Tráfico de Drogas.

 

 

Operação SAVE THE KIDS

 

Na manhã do dia 05 de março, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), com apoio do Ministério Púbico de Minas Gerais (MPMG), deflagrou a operação “Save the kids”, que resultou na prisão em flagrante de um suspeito de estupro de vulnerável, tráfico de drogas e corrupção de menores, em Itaúna.

 

O delegado Leonardo Pio revela que as investigações tiveram início em novembro de 2020, após denúncias de que um diretor escolar, que também é professor e líder comunitário, estaria envolvido em abuso e aliciamento de crianças e adolescentes.

 

 

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