Juíza deixa caso de menina estuprada impedida de abortar

21/06/2022 | Brasil

Juíza negou à criança o procedimento para interromper a gestação – Foto Solon Soares/Agência ALESC

 

 

A juiza Joana Ribeiro Zimmer deixou o caso da menina de 11 anos, que foi mantida em abrigo para evitar que fizesse um aborto autorizado depois de ter sido estuprada, nesta terça-feira (21/6).

 

A magistrada foi autora da decisão que negou à criança o direito de interromper a gestação.

 

Joana Ribeiro foi transferida para a comarca de Brusque, no Vale do Itajaí. Segundo o órgão especial do Tribunal de Justiça, ela foi promovida “por merecimento”.

 

Um juiz substituto assumiu a ação.

 

Entenda

 

A decisão da juíza Joana Ribeiro Zimmer impediu a menina de 11 anos estuprada de fazer aborto.

 

Justiça e Promotoria pediram para a menina manter a gestação por mais “uma ou duas semanas”, para aumentar a sobrevida do feto.

 

Vítima de estupro no começo do ano, a menina descobriu estar com 22 semanas de gravidez ao ser encaminhada a um hospital de Florianópolis.

 

Por Uai

 

 

 

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