MG: Presídio onde suspeito com varíola morreu é monitorado

13/06/2022 | Minas Gerais

 

Morte suspeita pela doença é investigada pela Fundação Ezequiel Dias, em Belo Horizonte – Foto iStock

 

 

As autoridades de saúde em Araguari, no Triângulo Mineiro, estão avaliando a situação no presídio da cidade onde trabalhava o policial penal Josué Pereira Jacinto. A morte do policial, ocorrida no último dia 11, é investigada como a primeira do mundo pela monkeypox – ou varíola do macaco. No Brasil, três casos da doença já foram confirmados.

 

A informação é da Secretaria de Saúde do município, que informou que as investigações epidemiológicas do caso ainda estão em investigação. Em nota, a pasta disse que está monitorando todos os contatos próximos e que uma equipe multiprofissional do presídio foi orientada pela vigilância epidemiológica sobre como proceder.

 

De acordo com o Sindicato dos Policiais Penais de Minas Gerais (SINDPPEN), o local continua aberto e as equipes que atuam no presídio ainda não receberam nenhum tipo de orientação, apesar do que diz a Secretaria de Saúde. A única mudança na rotina do presídio, até agora, é que a entrada da portaria estaria sendo redirecionada, o que tem deixado os profissionais receosos.

 

A vítima foi homenageada pelos colegas de trabalho durante o enterro, realizado no último domingo (12) em Uberlândia, onde ele vivia.

 

Josué tinha 41 anos e morreu em um hospital particular no município de Uberlândia no último dia 11. Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) disse que uma amostra coletada no paciente foi enviada para análise laboratorial da Fundação Ezequiel Dias (Funed), em Belo Horizonte.

 

“Todos os dados clínicos do paciente serão avaliados pela equipe técnica da Secretaria Estadual e do Ministério da Saúde para classificação e encerramento do caso”, explica em um trecho da nota.

 

De acordo com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), que é responsável pela administração dos presídios, o policial penal não teve contato com os presos, uma vez que estava de férias.

 

Por O Tempo 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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