Primeiro caso suspeito da varíola dos macacos é investigado na região

25/06/2022 | Centro-Oeste

Até  então, o Estado já descartou seis casos da doença – Foto Reprodução

 

 

Um caso suspeito da varíola dos macacos está em investigação em Pará de Minas. A informação foi confirmada  na tarde deste sábado (25) pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), por meio do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS-Minas).

 

Segundo a pasta, até o momento, os casos suspeitos não têm histórico de deslocamentos ou viagens para o exterior. Dentre os contatos próximos, ainda não há nenhum caso sintomático. A pessoa com suspeita da doença é moradora de Pará de Minas.

 

A SES-MG informou ainda que finaliza uma Nota Orientativa aos municípios sobre a identificação dos casos e coleta de amostras para análise pela Fundação Ezequiel Dias (Funed). Todos os dados clínicos também estão em análise pela equipe técnica da SES-MG e do Ministério da Saúde para investigação e encerramento dos casos.

 

“Demais dados quanto aos casos não serão divulgados para preservar a privacidade e individualidade dos pacientes, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGDP)”.

 

Minas investiga três casos suspeitos

 

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) informou  que  investiga atualmente três casos suspeitos de monkeypox, a varíola dos macacos, em municípios mineiros. Até  então, o Estado já descartou seis casos da doença.

 

Dos casos em análise, dois são de Belo Horizonte e um em Pará de Minas. Já entre os descartados estão dois em Ituiutaba, além de casos individuais em Belo Horizonte, Ouro Preto, Ribeirão das Neves e Uberlândia.

 

A pasta ressaltou que até essa sexta-feira (24) não existiam casos confirmados da doença no Estado.

 

Entre os casos suspeitos, segundo a SES, não há histórico de deslocamentos ou viagens para o exterior e, entre os contatos próximos, ainda não há nenhum caso sintomático. A secretaria diz que finaliza nota orientativa aos municípios sobre a identificação dos casos e coleta de amostras para análise pela Fundação Ezequiel Dias (Funed). Todos os dados clínicos também estão em análise pela equipe técnica da SES-MG e do Ministério da Saúde para investigação e encerramento dos casos

 

Por G1/O Tempo

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