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Rádio Santana FM

Itaúna, 1 de dezembro de 2020

Foto: STF/divulgação

 

O Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou nesta quarta-feira (12), em sessão administrativa, a proposta orçamentária da Corte para 2021.

 

O texto prevê R$ 712,46 milhões em gastos e não inclui reajuste no salário dos ministros, atualmente em R$ 39,2 mil, o teto do serviço público. Reajuste no salário de ministros do STF provoca efeito cascata na administração pública.

 

O valor sofreu aumento de 16% no início do ano passado, repondo perdas salariais de 2009 a 2014, passando de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil.

 

Com aprovação pelos ministros, a proposta será encaminhada ao Poder Executivo, responsável por consolidar o Orçamento da União.

 

De acordo com o ministro Dias Toffoli, presidente do STF, o orçamento foi reajustado conforme a inflação do ano anterior.

 

Ainda segundo Toffoli, para isso, foram feitos cortes para ajustar os gastos em cerca de R$ 76,1 milhões, os mais significativos na TV Justiça.

 

Em 2020, o valor de gastos aprovado foi de R$ 686,7 milhões.

 

Veja no vídeo abaixo reportagem do Jornal Nacional de 2014, quando o STF estabeleceu que servidor público não pode ganhar mais que o teto do funcionalismo:

 

 

Sorteio de processos

 

Também na sessão administrativa, o plenário aprovou a retirada do ministro que vai se aposentar do sorteio de processos da Corte.

 

Segundo a nova regra, o ministro que estiver próximo da aposentadoria ficará de fora da distribuição de processos 60 dias antes. O mesmo vale para a aposentadoria antecipada.

 

Nesse período, o ministro receberá apenas os processos destinados a ele por prevenção, ou seja, que foram distribuídos em razão de um tema anterior que já estava com o magistrado.

 

Por: G1