NO AR AGORA

Rádio Santana FM

Itaúna, 6 de dezembro de 2020

Foto WhatsApp/Divulgação

 

 

O WhatsApp anunciou, nesta quinta-feira (5), que lançará a possibilidade de se enviar mensagens que desaparecem, uma novidade com a qual o aplicativo do Facebook aumenta a aposta para competir com a rede social Snapchat.

 

O serviço de mensagens usado por mais de dois bilhões de pessoas em todo mundo disse que permitirá aos usuários escolher entre manter as mensagens que enviam, ou fazer com que se autodestruam após sete dias.

 

“Hoje, as mensagens do WhatsApp costumam ficar em nossos telefones para sempre. Embora seja ótimo preservar as memórias de amigos e familiares, a maior parte do que enviamos não precisa ser para sempre”, diz uma publicação do blog do WhatsApp.

 

“Nosso objetivo é fazer com que as conversas no WhatsApp pareçam tão semelhantes quanto possível às conversas pessoais, o que significa que não deveriam ficar para sempre. É por isso que estamos animados em apresentar a opção de usar mensagens que desaparecem no WhatsApp”.

 

O Facebook já apresentava uma opção semelhante para sua plataforma de Messenger, seguindo os passos do Snapchat, que possui um grande número de jovens usuários.

 

O WhatsApp optou por uma janela de sete dias, “porque acreditamos que oferece a tranquilidade de que as conversas não são permanentes e, ao mesmo tempo, é prático para não esquecer do que se estava falando”, afirma o texto.

 

“A lista de compras, ou o endereço da loja, que você recebeu há alguns dias estará lá pelo tempo que você precisar e depois desaparecerá quando você não precisar”, acrescenta o texto.

 

Essa medida ocorre no momento em que a principal plataforma do Facebook perde terreno entre o público mais jovem para concorrentes como Snapchat e TikTok, embora o Instagram, também de propriedade do Facebook, continue a crescer nesse grupo demográfico.

 

Uma pesquisa da empresa Piper Jaffay com adolescentes americanos no mês passado mostrou que o Snapchat é sua rede social favorita e que o TikTok ultrapassou o Instagram em segundo lugar.

Por O Tempo